A origem
Entre a cana e os engenhos
Nascido em Vitória de Santo Antão, em 1939, José Joaquim da Silva cresceu [CONTAR: como era a família, quantos irmãos, a condição humilde, o trabalho no corte da cana desde cedo, como era a região naquela época].
[CONTAR: alguma memória da infância dele que a família guarda — uma história que sua avó ou seu pai contam. Ele já brincava com barro? O que sonhava?]
1966
O barro nas mãos
[CONTAR: como ele conheceu Lídia Vieira, o que ela viu nele, como começou a modelar. Foi acaso ou vocação? Alguém o incentivou?]
[CONTAR: a primeira exposição em Nazaré da Mata — as 60 peças vendidas. O que ele sentiu? Como a família reagiu? Foi ali que ele decidiu ser artista?]
"[Uma frase marcante do mestre]"
1968
A terra do barro
[CONTAR: por que Tracunhaém? Como foi a mudança? Ele já conhecia a cidade? Como era o ateliê dele — onde ficava, como era o dia a dia de trabalho?]
[CONTAR: como ele se tornou "mestre santeiro". Quem foram seus contemporâneos na cidade? Como era a relação com os outros artesãos de Tracunhaém?]
O ofício
Santos de barro, fé nas mãos
[CONTAR: o estilo dele. O que tornava uma peça do Mestre Zezinho reconhecível? As proporções, o olhar das figuras, as mãos, a serenidade? Os temas prediletos — São Francisco, presépios, Nossa Senhora, o cotidiano?]
[CONTAR: como ele trabalhava. Modelava à mão? Usava molde? Queimava em forno de lenha? Quanto tempo levava uma peça grande? Ele desenhava antes?]
[CONTAR: as obras monumentais — as de dois metros. Onde estão? Como ele conseguia fazer peças tão grandes em barro?]
1986 — 2007
Do interior para o Brasil
[CONTAR: a 1ª Bienal do Artesanato de PE, em 1986 — a Nossa Senhora grávida ao lado de São José. Como essa obra nasceu? Por que ela chamou tanta atenção?]
[CONTAR: o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, em 2007. Como ele recebeu a notícia? O que significou pra ele e pra família? Houve cerimônia?]
[CONTAR: as obras em museus e no Palácio do Planalto. Ele viajou? Conheceu pessoas importantes? Como lidava com a fama, sendo um homem simples?]
Para além do barro
O homem por trás do mestre
[CONTAR: como ele era como pessoa. Falante ou calado? Brincalhão? Religioso? O que gostava de fazer fora do ateliê? Como era como pai, como avô?]
[CONTAR: uma memória sua com ele. Uma cena que você guarda. Isso vai dar o coração da página.]
2019 — hoje
O barro não morre
[CONTAR: a partida dele, em 2019. E como o ofício continuou — os filhos, netos e sobrinhos que seguiram no barro.]
[CONTAR: por que este Instituto existe. O que a família deseja preservar.]